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Operação PF

PF deflagra duas operações contra crimes de abuso sexual infantojuvenil em MS

Foram cumpridos mandados de busca e duas prisões em flagrante

12:00 - 26 out 2023 | Por Assessoria

Na cidade de Maracaju, no estado de Mato Grosso do Sul, a Polícia Federal iniciou hoje, 26 de outubro, duas operações simultâneas com o objetivo de combater a exploração e o abuso sexual de crianças e adolescentes. As operações foram denominadas “24/7” e “Prohibitus Content”.

A Operação “24/7” teve origem em informações fornecidas pela Interpol, indicando que um cidadão brasileiro estava compartilhando mais de 500 arquivos contendo material com cenas de abuso sexual de crianças e adolescentes. Durante o cumprimento do mandado de busca, um indivíduo foi preso em flagrante, uma vez que possuía arquivos contendo cenas de abuso sexual contra menores de idade. O nome “24/7” faz referência à vigilância constante da Polícia Federal no combate ininterrupto, sete dias por semana e vinte e quatro horas por dia, a crimes relacionados ao armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil.

No contexto da Operação “Prohibitus Content”, agentes federais executaram um mandado de busca e apreensão com o objetivo de reprimir o armazenamento e possível compartilhamento na internet de material que contenha abuso sexual de crianças e adolescentes. Durante o cumprimento do mandado, um indivíduo foi identificado como detentor de arquivos que continham cenas de abuso sexual contra menores de idade, resultando em sua prisão em flagrante. O nome “Prohibitus Content” se refere ao compartilhamento de conteúdo proibido de abuso sexual infantojuvenil, que é proibido pelas leis brasileiras.

Ambos os indivíduos presos e os materiais apreendidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Federal de Dourados, em Mato Grosso do Sul, para os procedimentos legais. As investigações estão em andamento, visando a identificação de outros possíveis envolvidos em atividades ilícitas. É importante observar que os crimes investigados nestas operações podem resultar em penas máximas de mais de 10 anos de prisão.