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EMPREGO

MS acrescenta 2,3 mil empregados com carteira assinada no mercado de trabalho em julho

No ano, o Estado já soma 27.241 novos trabalhadores, tendo registrado saldo positivo na geração de empregos durante todos os meses de 2023.

11:30 - 31 ago 2023 | Por Douglas Duarte

Mais 2.386 pessoas estão trabalhando com carteira assinada em Mato Grosso do Sul. Elas foram contratadas em julho, conforme dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho. No ano, o Estado já soma 27.241 novos trabalhadores, tendo registrado saldo positivo na geração de empregos durante todos os meses de 2023.

O setor do Comércio apresentou o melhor desempenho na geração de empregos em julho, contratando 945 novos trabalhadores. Em seguida vem a Pecuária com 562 contratações, Indústria (418), Serviços (354) e Construção (107). O setor de Serviços vinha há meses liderando a geração de empregos, chegando a responder por 70% das vagas criadas em alguns meses. O fato do Comércio ter retomado a liderança é um bom sinal, na avaliação do secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck.

“É importante, realmente, que o Comércio tenha um avanço nesse sentido. O setor de Serviços, normalmente, é o que mais cresce em função das atividades que agrega, mas que também tem uma volatilidade maior. Portanto, é bom que o Comércio esteja crescendo e que possa agregar, isso mostra, principalmente, uma reação das pequenas empresas em relação a vendas, é isso que acontece quando o comércio cresce”, frisou.

Na distribuição regional, Ribas do Rio Pardo assume a liderança com 333 novas vagas, seguido de Três Lagoas (234), Dourados (232), Ponta Porã (148), Chapadão do Sul (139), Paranaíba (127), Corumbá (114), Maracaju (114), Aral Moreira (88) e na 10ª posição, Amambai com 85 novos postos de trabalho. O fato de Ribas estar liderando a geração de empregos mostra uma nova fase da obra da indústria da Suzano no município, avalia Verruck.

“É uma mudança de ciclo da construção, que agora já começa a contratar para a parte da manutenção”, pontuou.