2
Campo Grande - MS Busca
Acidente MS-164

Morre o condutor de ônibus da colisão na MS-164; é a segunda vítima fatal

Emiliano Benites, que estava sob cuidados médicos no Hospital Regional de Ponta Porã (MS), não conseguiu se recuperar dos ferimentos e veio a falecer na noite da última sexta-feira, dia 23

16:00 - 24 fev 2024 | Por Paulo Santos

SEGUNDA MORTE: Motorista do ônibus, Emiliano Benites (destaque), morre no hospital nessa sexta (23). Ele é a segunda vítima fatal da colisão na MS-164. Fotomontagem: Reprodução Redes Sociais

Falece a segunda vítima do trágico acidente na MS-164, no distrito de Vista Alegre, em Maracaju (MS), próximo à Usina Tonon, ocorrido na tarde de quinta-feira (22). O acidente envolveu um ônibus e um caminhão-munck da empresa Sementes Jotabasso.

O motorista Emiliano Benites, de 50 anos, sofreu graves ferimentos na colisão frontal com o caminhão-munck. Ele teve lesões nas duas pernas, nos braços e trauma torácico devido ao impacto contra o veículo.

CAMINHÃO-MUNCK: O motorista do caminhão, Brendo Santos do Nascimento, morreu na noite de quinta (22). Foto: Reprodução/Redes Sociais

Benites é a segunda vítima fatal desse grave acidente. Na noite do dia da colisão, o caminhoneiro Brendo Santos do Nascimento, também da Sementes Jotabasso, faleceu após ser levado para um hospital em Maracaju (MS). Seu corpo está sendo velado no Pax Primavera, próximo ao Aeroporto Internacional de Ponta Porã (MS), e será sepultado neste sábado (24). Ele deixa esposa e três filhos.

Sinistro

O acidente ocorreu na tarde de quinta-feira (21), quando um ônibus da Expresso MS e o caminhão-munck colidiram de frente na MS-164, próximo à Usina Tonon, no distrito de Vista Alegre, em Maracaju (MS). Na ocasião, os três ocupantes dos dois veículos ficaram feridos, com os dois motoristas em estado grave. Ambos foram socorridos para hospitais da região.

Na sexta-feira (23), a empresa Sementes Jotabasso confirmou por meio de sua assessoria de imprensa a morte do motorista do caminhão-munck.

Até o momento, a Polícia Militar Rodoviária de Mato Grosso do Sul não respondeu às perguntas da reportagem sobre a situação dos motoristas em relação à documentação (CNH e exame toxicológico) e se foram realizados exames que detectassem alguma alteração, como embriaguez ou uso de drogas. A corporação também não informou se os cronotacógrafos dos veículos foram verificados.

Fonte: Portal de notícias via e rodovias estradas.com.br

Pular para o conteúdo