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Educação ambiental vai chegar a cerca de mil escolas de MS com a Liga do Saneamento

O projeto de educação ambiental deverá chegar a cerca de 700 escolas estaduais e 300 escolas municipais em todo Mato Grosso do Sul.

19 set 2023 às 18h15min | Douglas Duarte
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Créditos: AGEMS

Uma grande cooperação entre a Agência Estadual de Regulação (AGEMS), a Sanesul, a parceira público-privada MS Pantanal e a Secretaria Estadual de Educação da início ao projeto de educação ambiental que deverá chegar a cerca de 700 escolas estaduais e 300 escolas municipais em todo Mato Grosso do Sul.

“Resíduos sólidos é um tema que está sendo debatido hoje, na ONU! Não se pode mais falar só em ‘gerar lixo’, temos que falar em gerar renda, em metas e ações simples que ajudem a comunidade na erradicação da pobreza”. (Iara Machioretto, diretora de Saneamento Básico e Resíduos Sólidos da AGEMS)

O projeto conta com material pedagógico preparado especialmente para orientar professores e um conjunto de peças lúdicas que inclui gibi ilustrado, dedoches e mascotes vivos que representam cada uma das instituições. Até mesmo um óculos especial de realidade virtual vai ser usado para entregar conhecimento e levar o estudante para dentro dos sistemas de tratamento de água e de esgotamento.

O Acordo de Cooperação foi assinado hoje (18), na Escola Professora Fausta Garcia Bueno, na Capital, em dia de festa com os estudantes que participarão de um concurso cultural. Equipes da AGEMS e parceiros mostraram um pouco de como a mobilização vai chegar a dezenas de cidades.

Duda e Gui, os novos amigos da educação ambiental

O lançamento do projeto reuniu as mascotes da Sanesul, da MS Pantanal e os mais novos integrantes do grupo, o jovem casal Duda e Gui, da Agems, com seus inseparáveis instrumentos de pesquisa e informação: uma lupa e um tablet.

“Vivemos em um país abundante, e é difícil administrar racionalização quando não se tem escassez. É hora de ir doutrinando esses jovens para que se formem adultos conscientes”. (Renato Marcílio, diretor-presidente da Sanesul).

Todas essas figuras estão presentes nas peças de comunicação para leitura e interativas, como o gibi A Liga do Saneamento, fantoches de dedo, banners e personagens vestidos. De forma lúdica, eles conduzem os alunos pelas histórias e convidam para a formação de uma grande rede de cuidados com a água, com os resíduos, com a preservação de todos os recursos naturais. A criação é da escritora e ilustradora Mara Calvis.

“A AGEMS se transformou e nós temos que parabenizar essa equipe por esse projeto”. (Helio Daher, secretário de Educação).

Analógico e digital

Uma importante proposta do projeto é motivar as crianças e jovens a serem agentes do desenvolvimento sustentável. “Vocês são as pessoas mais importantes desse projeto, vocês é que irão fazer a transformação desse planeta”, destacou o diretor-presidente da AGEMS, Carlos Alberto de Assis.

“Falar de educação ambiental é falar de futuro. E não há melhor lugar que a escola para falar de educação, de ciência, de pesquisa”. (Erica Oliveira, diretora-adjunta E.E. Professora Fausta Garcia Bueno).

E para isso, as informações não ficam só no papel, e, sim, vão para o mundo digital, facilmente acessíveis pela geração que tem computadores e smartphones sempre à mão. É assim que os 12 jingles, com letra e melodia, poderão ser vistos e ouvidos simplesmente apontando a câmera do celular para o QR Code que está no gibi.

“Nossa meta é sempre trazer o novo, é pensar nos serviços públicos para além da fronteira técnica da regulação e da fiscalização. É isso que estamos construindo nesse projeto de saneamento que é tão importante para o presente e o futuro das pessoas” (Rejane Monteiro, Diretora de Inovação e Relações Institucionais da AGEMS)

Por esse método também é possível ver imagens de como funcionam a coleta e o tratamento de água e esgotamento. Em algumas escolas, a equipe de educação ambiental também vai proporcionar aos alunos a visualização desses sistemas por meio de um equipamento de realidade virtual.

“Nossa meta é sempre trazer o novo, é pensar nos serviços públicos para além da fronteira técnica da regulação e da fiscalização. É isso que estamos construindo nesse projeto de saneamento que é tão importante para o presente e o futuro das pessoas” (Rejane Monteiro, Diretora de Inovação e Relações Institucionais da AGEMS)

“Existe um contrato para universalizar o esgotamento sanitário. O que nós queremos ao apoiar esse projeto da AGEMS é também universalizar a educação ambiental, sobretudo naquilo que se refere ao saneamento básico”. (Paulo Antunes, diretor-presidente MS Pantanal)