Ataque cardíaco lidera causas de morte em MS em 2024, revela estudo
Ataque cardíaco lidera causas de morte em MS em 2024, revela estudo
Um estudo da Secretaria Estadual de Saúde (SES) revelou que doenças do coração e do pulmão foram as principais causas de morte em Mato Grosso do Sul em 2024. O infarto agudo do miocárdio, popularmente conhecido como ataque cardíaco, liderou o ranking, seguido de perto por doenças respiratórias como a pneumonia.
Ataque cardíaco: um alerta
O infarto, causado pela obstrução das artérias coronárias, resultou em cerca de 1.630 mortes no Estado no ano passado. Fatores de risco como hipertensão, colesterol alto, tabagismo, diabetes e sedentarismo contribuem significativamente para o desenvolvimento da doença.
O cardiologista Guilherme Luis Bertão explica que o ataque cardíaco é uma emergência médica que requer atendimento imediato. Sintomas como dor no peito, falta de ar e suor excessivo são sinais de alerta e exigem que a pessoa procure ajuda médica o mais rápido possível.
Outras doenças que matam
A insuficiência cardíaca, condição em que o coração não consegue bombear sangue de forma eficiente, ocupou a sexta posição no ranking de mortalidade. Doenças pulmonares obstrutivas crônicas, como a bronquite e o enfisema pulmonar, também se destacaram, com um número significativo de óbitos.
Prevenção é a melhor arma
Para reduzir o risco de desenvolver doenças cardiovasculares e respiratórias, é fundamental adotar hábitos de vida saudáveis, como:
- Alimentação equilibrada: Priorizar frutas, legumes, verduras e grãos integrais.
- Atividade física regular: Praticar exercícios físicos pelo menos 30 minutos por dia, na maioria dos dias da semana.
- Não fumar: O tabagismo é um dos principais fatores de risco para diversas doenças, incluindo as cardiovasculares e respiratórias.
- Controle do peso: Manter o peso adequado é essencial para a saúde do coração.
- Controle da pressão arterial e do colesterol: Realizar check-ups regulares e seguir as orientações médicas.
Queda no número de casos
Apesar dos altos números, o estudo da SES mostrou uma leve redução no número de mortes por infarto agudo do miocárdio em comparação aos anos anteriores. Essa queda pode estar relacionada à maior conscientização sobre os fatores de risco e à busca por tratamento médico adequado.
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