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Policial

Polícia descarta feminicídio em morte de Jackeline Lorenzi Rios em Ivinhema

Investigação aponta para atropelamento e fuga do motorista após a colisão

Douglas Duarte

A Polícia Civil de Ivinhema, município localizado a 287 quilômetros de Campo Grande, concluiu que a morte de Jackeline Lorenzi Rios, de 40 anos, ocorrida na BR-376, não se trata de um feminicídio. Após minuciosa investigação, incluindo depoimentos de testemunhas, perícias e análise de imagens de câmeras de segurança, a polícia identificou que a vítima foi atropelada.

De acordo com o delegado Gustavo Oliveira, as investigações revelaram que Jackeline deixou uma residência no Bairro Vitória por volta da 1h44 da madrugada, após consumir bebidas alcoólicas. Imagens de câmeras de segurança registraram a mulher caminhando de forma instável em direção à rodovia. Por volta das 2h30, ela foi encontrada sozinha e sem sinais de agressão às margens da BR-376.

Minutos depois, uma testemunha ouviu o barulho de uma colisão e avistou um veículo Volkswagen Gol, de cor prata, com danos na parte frontal, parando próximo ao local do acidente. O condutor do veículo desceu para verificar os danos e, em seguida, fugiu sem prestar socorro à vítima.

Diante das evidências, a Polícia Civil considera o caso como homicídio culposo na direção de veículo automotor e omissão de socorro. As investigações estão em andamento para identificar o veículo envolvido e o responsável pelo atropelamento. A polícia solicita a colaboração da população e pede que qualquer informação sobre o caso seja repassada anonimamente pelo telefone 67 99208-9491.

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