Adolescente de 17 anos morre em confronto com forças de segurança na zona rural de Itahum
Investigado por cinco homicídios em Caarapó reagiu a cerco policial em propriedade rural; jovem de alta periculosidade ostentava armas na…
Um adolescente de 17 anos de idade morreu após entrar em confronto armado com forças de segurança pública na tarde desta terça-feira (7). O episódio ocorreu nas dependências de uma granja localizada na zona rural do distrito de Itahum, região situada entre os municípios de Dourados e Maracaju.
O menor de idade era alvo de investigações complexas por envolvimento direto em uma série de práticas criminosas violentas registradas no interior do Estado. O jovem passou a ser formalmente procurado pela Justiça logo após ser reconhecido por vítimas e testemunhas de um atentado recente.
O trabalho de inteligência apontou o envolvimento do infrator em uma onda de crimes que contabiliza cinco homicídios consumados e duas tentativas de assassinato. Os delitos estão diretamente vinculados a uma disputa territorial sangrenta entre facções criminosas rivais no município de Caarapó.
De posse do mandado de busca e das coordenadas de localização, equipes integradas das polícias Civil e Militar deslocaram-se até o endereço rural e cercaram o perímetro. Ao notar a presença dos agentes de segurança, o adolescente recusou-se a se render e passou a efetuar disparos contra os policiais.
A agressão armada motivou o revide por parte das equipes institucionais. No confronto, o suspeito acabou baleado e, embora tenha recebido os primeiros procedimentos de socorro e transporte de urgência até a unidade hospitalar mais próxima, não resistiu aos ferimentos e evoluiu para óbito.
O comando da Polícia Militar classificou o investigado como um indivíduo de altíssimo perfil de periculosidade social. Em suas contas em redes sociais, o menor realizava publicações ostentando pistolas e armas longas, fazia apologia a execuções e gravava vídeos com ameaças de morte direcionadas a policiais.
A operação que resultou na localização do esconderijo contou com a atuação conjunta de militares da Força Tática da 2ª Companhia Independente da Polícia Militar (2ª CIPM), além de investigadores da Delegacia de Polícia Civil de Caarapó e da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron).
Siga o Portal de Notícias DDD67 no Instagram e fique por dentro de tudo! Basta acessar Aqui.
