Polícia investiga pai por estupro de vulnerável contra bebê de 1 ano em Campo Grande
Mãe localizou lesões físicas na filha após notar comportamento suspeito do companheiro no Jardim Noroeste; homem foi conduzido à delegacia…
Um homem está sendo investigado pelas autoridades policiais por suspeita de crime de estupro de vulnerável contra a própria filha, uma bebê de 1 ano de idade. A Polícia Militar foi acionada no início da noite deste sábado (4) no bairro Jardim Noroeste, na Capital.
De acordo com as informações registradas no boletim de ocorrência, a mãe da criança relatou que dormia na mesma cama com o marido e a filha na noite anterior. Ao despertar na madrugada, ela percebeu que as vestimentas da bebê estavam desalinhadas e rebaixadas.
O pai da menor encontrava-se acordado no momento e observava a situação. Embora tenha considerado o cenário atípico, a mulher acabou adormecendo novamente e não confrontou o companheiro de imediato nas primeiras horas daquele dia.
A situação tida como suspeita agravou-se no decorrer do dia seguinte. No momento em que a mãe retirava as roupas da criança para o banho, a bebê apresentou choro intenso de dor e demonstrou desconforto, apontando para a região afetada por um ferimento.
Ao realizar o exame físico visual na filha, a responsável constatou a presença de uma laceração visível na região íntima da menor. Questionado pela companheira a respeito da origem da lesão corporal, o investigado não soube apresentar justificativas ou explicações.
O relatório das forças de segurança aponta que o homem possui diagnóstico médico de esquizofrenia. Quando indagado pelos policiais militares que atenderam ao chamado, ele manteve a versão de desconhecimento e aceitou acompanhar a guarnição de forma voluntária.
O suspeito foi encaminhado no compartimento de segurança da viatura até a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol. Paralelamente, uma equipe de apoio da Força Tática realizou o transporte prioritário da mãe e da bebê até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Tiradentes.
Na unidade de saúde urbana, a paciente pediátrica foi submetida a protocolos de acolhimento hospitalar e exames clínicos de urgência. Outra filha do casal, de mais idade, permaneceu na residência da família sob a guarda e responsabilidade da avó paterna.
A idosa prestou depoimento inicial aos policiais manifestando descrença em relação à autoria do crime pelo filho. O caso foi formalizado no plantão policial e o inquérito correspondente será conduzido pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
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