Jovem de 20 anos é agredido a garrafada e ferido com cacos de vidro no Campo Nobre
Vítima foi cercada por três homens enquanto retornava para casa e levou golpes na cabeça e nas costas; rapaz reconheceu…
Um jovem de 20 anos de idade foi socorrido na madrugada deste domingo (28) após ser alvo de uma violenta agressão física em via pública. O crime ocorreu no bairro Jardim Campo Nobre, localizado na região sul de Campo Grande.
De acordo com as informações registradas no boletim de ocorrência, guarnições da Polícia Militar e socorristas do Samu foram acionados para comparecer a uma residência na Rua Luís Chinaglia. No imóvel, as equipes encontraram a vítima deitada de bruços, com uma perfuração na região lombar e bastante sangramento.
Após os procedimentos iniciais de primeiros socorros na residência, os paramédicos constataram que o ferimento nas costas era de natureza leve. Apesar do susto e dos ferimentos, o rapaz permaneceu consciente e conseguiu relatar a dinâmica do atentado aos policiais.
A vítima explicou que caminhava em direção à sua casa quando foi interceptada por três indivíduos. O jovem declarou às autoridades que conseguiu identificar um dos agressores, sabendo apontá-lo apenas pelo apelido de “Miguelzinho”.
Durante a abordagem hostil, um dos suspeitos imobilizou o braço do rapaz e proferiu acusações de que ele estaria fazendo comentários inadequados pela região. Logo em seguida, o grupo desferiu um golpe com uma garrafa de vidro diretamente contra a cabeça do jovem.
Após o objeto estilhaçar-se com o impacto craniano, os agressores utilizaram os cacos pontiagudos de vidro para golpear a região lombar da vítima. O rapaz conseguiu se desvencilhar do trio e correu até o seu domicílio para buscar amparo familiar e acionar o resgate.
A mãe do jovem acompanhou todo o atendimento de urgência e embarcou na ambulância do Samu para acompanhar o filho até o pronto-socorro da Santa Casa. Segundo o relatório médico da polícia, o paciente deu entrada em quadro estável e sem risco de morte.
O caso de violência foi formalizado no plantão da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol. O boletim foi tipificado como lesão corporal dolosa, e os investigadores do setor de inteligência trabalham para qualificar e localizar os três autores.
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