Estudante de 25 anos é executado a tiros em conveniência no centro de Naviraí
João Vitor da Silva da Fonseca foi atingido na cabeça durante a madrugada deste sábado (25); autores fugiram e motorista…
por um crime de execução violenta no Centro Setor 1, em Naviraí. O estudante João Vitor da Silva da Fonseca, de 25 anos, foi morto a tiros enquanto estava em uma conveniência localizada na Rua dos Jardins. De acordo com o boletim de ocorrência, uma equipe da Polícia Militar realizava rondas preventivas na região quando ouviu o som dos disparos e se deslocou imediatamente para o endereço. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o jovem caído ao solo com grave hemorragia. O Corpo de Bombeiros foi prontamente acionado para prestar o socorro, mas, após a avaliação clínica, constatou-se que a vítima já não apresentava sinais vitais.
Testemunhas e registros de câmeras de segurança indicam que o crime foi cometido por indivíduos que se aproximaram do estabelecimento e efetuaram disparos à queima-roupa, atingindo fatalmente a região da cabeça da vítima. Após o ataque, os autores fugiram do local em alta velocidade. A cena do crime foi isolada para o trabalho da perícia criminal e, após os levantamentos técnicos, o corpo de João Vitor foi removido ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames de necropsia. As imagens capturadas pelo sistema de monitoramento da conveniência já foram entregues às autoridades e devem ser fundamentais para o processo de identificação dos envolvidos.
Um desdobramento inusitado ocorreu durante o registro da ocorrência, quando um homem compareceu à delegacia alegando ter sido sequestrado pelos criminosos. O motorista relatou que foi rendido sob ameaça de arma de fogo logo após o homicídio e obrigado a conduzir os autores por diversas ruas da cidade e por uma rodovia estadual. Ele afirmou ainda que foi compelido a abastecer o próprio veículo com dinheiro do seu bolso antes de os suspeitos desembarcarem na MS-141, onde entraram em outro automóvel. O caso foi formalmente registrado como homicídio qualificado por recurso que dificultou a defesa da vítima, além de sequestro e cárcere privado, e a Polícia Civil segue em diligências para apurar a autoria e a real motivação do assassinato.
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